História

  • 1973

    Armando Prazeres cria os primeiros corais de empresas nos Correios, Telerj e Petrobras.

    1972

    Criação da Orquestra Pró Música, com 45 instrumentistas, por iniciativa de Armando Prazeres.

  • 1989

    A Orquestra já apresenta uma temporada anual consolidada com apresentações em Resende, Nova Iguaçu, Campos, Teatro Municipal (2 concertos, sendo 1 promovido pela Cruz Vermelha em prol do Menor Carente) e Sala Cecília Meireles (4 concertos). É também convidada para participar de eventos extras como os 60 anos da Colônia Finlandesa em Penedo.

    1988

    A Orquestra aumenta seu quadro artístico convocando, pela primeira vez, jovens instrumentistas para seleção. Fortalece sua tradição de apresentações em locais com pouca inserção da música clássica como Manguinhos, Cascadura, Rocha, Encantado, Bonsucesso e Nova Iguaçu, popularizando a música erudita.

    1987

    Formada por 45 músicos, a Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro foi criada, sob o patrocínio da Petrobras, em abril de 1987. No dia 26 de maio deste ano Beethoven e Villa-Lobos faziam parte do programa do concerto de estréia apresentado na Sala Cecília Meireles sob a regência do fundador Armando Prazeres com piano, coro e orquestra. Aliás, obras para coral, solistas de canto e apresentações em igrejas e comunidades carentes eram o seu ponto forte até então. No mesmo ano iniciava-se o ciclo “Concertos pelo Rio” com apresentações no Circo Voador e na Favela da Maré.

    1986

    No tradicional Concerto da Independência, o presidente da Petrobras Ozires Silva, depois de 10 anos, finalmente aceita patrocinar a OPM a pedido de Prazeres.

  • 1999

    Antes do início da sua 12ª temporada, morre o maestro Armando Prazeres. É apresentado o novo regente temporário da OPPM, o mexicano José Guadalupe Flores.

    1998

    Dando início a uma parceria, que viria a se concretizar mais tarde, a Orquestra toca com Wagner Tiso ao piano, no Teatro Carlos Gomes, em homenagem aos 100 anos de nascimento de Gershwin. É neste ano, também, que a OPPM lança seu primeiro CD que reúne composições de Villa-Lobos e Lorenzo Fernandes, entre outros autores brasileiros.

    1997

    No aniversário de 10 anos da orquestra, esta se apresenta na Quinta da Boa Vista, na Candelária, participa da gravação do CD Gal Acústico MTV (a convite de Gal Costa e Wagner Tiso) acompanhando-a em turnê por todo o Brasil e, com este disco, ganha o Prêmio Sharp. Por ter regido o concerto durante a missa rezada pelo Papa João Paulo II, em sua vinda ao Brasil, Armando Prazeres ficou conhecido como o “maestro do Papa”.

    1996

    A OPPM abre temporada com concertos de graça visando, como sempre, ser acessível a toda população e, para tanto, se apresenta em igrejas em Bangu. Neste ano a orquestra comemora 150 concertos e se apresenta para Manaus no Teatro Amazonas.

    1995

    A temporada dá espaço a compositores nacionais como Lorenzo Fernandez, Edino Krieger, Radamés Gnatalli, Carlos Gomes, além de Villa-Lobos e grava suas primeiras trilhas sonoras: O Guarani, de Norma Benguell e Carlota Joaquina, de Carla Camuratti.

    1994

    A Orquestra passa a se chamar Orquestra Petrobras Pró Música – OPPM, incorporando o nome da patrocinadora ao seu. No seu concerto de estréia apresentam-se o violonista Turíbio Santos e o regente Mário Tavares. A orquestra comemora o natal deste ano com show na praia de Ipanema.

    1993

    Sempre preocupada com o cunho social, a Orquestra se apresenta contra a fome em benefício dos carentes em igreja em Nova Iguaçu sendo a entrada 1 Kg de alimento não perecível. No final do ano, repete a idéia na Sala Cecília Meireles onde a renda de ingressos foi revertida para a Campanha da Fome.

    1992

    O palco do Teatro Municipal foi pequeno para a comemoração do cinqüentenário dos Canarinhos de Petrópolis, onde a Orquestra se apresentou com 350 vozes.

    1991

    “Orquestra sobe o morro” é o título da matéria de jornal que anuncia evento que acontece, entre outros lugares, na Favela da Rocinha apresentando obras de vários compositores como Villa-Lobos, reforçando os brasileiros na sua temporada. Em Campo Grande reúne público de 2 mil pessoas que aplaudiram aberturas de óperas de Carmen e Bizet.

    1990

    Inaugurando a sua 4ª temporada, a Orquestra, já com 61 integrantes, faz um programa com Beethoven e Mozart.

  • 2009

    Com um novo formato, são lançadas as séries principais da orquestra: Djanira, Portinari e Burle Marx, numa homenagem aos nossos artistas brasileiros. Com o Theatro Municipal em obras, a Sala Cecília Meireles torna-se o palco principal das atividades da orquestra que conta, ainda, com a série Mestre Athayde, apresentada em igrejas. Os Ensaios Abertos abrem a intimidade da preparação da orquestra ao público em geral no seu novo local de ensaios – a Fundição Progresso. É lançado o primeiro produto para venda da orquestra: o DVD “A Floresta do Amazonas”, de Villa-Lobos. Realiza-se a primeira ópera da história da orquestra e a primeira audição brasileira de “O Anão”, de Alexander von Zemlinsky, onde músicos e cantores dividem o mesmo palco e a ação estende-se pela platéia. A orquestra se apresenta na virada do ano em um dos palcos do Réveillon de Copacabana.

    2008

    Numa parceria com o Sesc, pequenos grupos de câmara da orquestra se apresentam, ao longo do ano, em 52 concertos nas unidades da Tijuca, São Gonçalo, Madureira e Barra Mansa. O Prata da Casa amplia seus horizontes e acontece, também, no Teatro Municipal de Niterói e em Duque de Caxias. Na Sala Cecília Meireles estréia a Série Noturnos com direito a vinho e Happy Hour Musical. Mais uma edição do Aquarius é celebrada no Forte Copacabana.

    2007

    Dando continuidade às pequenas turnês, a Orquestra viaja para Manaus e Brasília com Nelson Freire, para Curitiba com Wagner Tiso e para Olinda pelo segundo ano para a MIMO. É gravada “A Floresta do Amazonas” de Villa-Lobos no Teatro Municipal com a solista Mirna Rubin. A Orquestra participa do evento “Música em Cena” sob a regência de Ennio Morricone.

    2006

    A OPPM se torna Orquestra Petrobras Sinfônica e mistura Samba com Música Clássica em dobradinha com a bateria da Unidos da Tijuca. É realizada a Sinfonia dos Mil, de Gustav Mahler, no Teatro Municipal e na Praia de Copacabana, pelo retomado Projeto Aquarius. A Orquestra recebe Krzysztof Penderecki, participa da MIMO (Mostra Internacional de Música em Olinda) e do Vídeo Games Live. É gravado o primeiro DVD da Orquestra “Concerto do Centenário Radamés Gnattali”.

    2005

    Inicia-se o Ciclo Mahler que tem como objetivo apresentar todas as suas sinfonias até o ano de 2009. Neste ano a Orquestra começa a fazer pequenas turnês pelas principais capitais do país. A Orquestra se apresenta no XVII Festival Internacional de Música de Morelia, no México.

    2004

    Começa, oficialmente, a primeira temporada da orquestra sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky, um nome consagrado no panorama internacional e que retornou ao Rio de Janeiro neste ano especialmente para assumir este posto. A Orquestra ganha o prêmio TIM de Música na categoria instrumental pelo CD Cenas Brasileiras, de Wagner Tiso. Paulinho da Viola abre a série OPPmpb & jazz no seu lançamento, sob a coordenação de Wagner Tiso. Karabtchevsky cria o Ciclo Villa-Lobos & Tchaikovsky.

    2003

    Dando continuidade à série “Concertos Matinais”, Antonio Meneses apresenta-se com a Orquestra com ingressos populares que variam de R$2,00 a R$10,00. É anunciado o 1º Concurso Nacional de Jovens Compositores. A Orquestra Escola Petrobras Pró Música toca nos 75 anos da Mangueira no Teatro Municipal e em Brasília para o Presidente Lula. É contratado o mais renomado maestro brasileiro: Isaac Karabtchevsky para substituir Roberto Tibiriçá.

    2002

    No ano de lançamento da série “Concertos Matinais”, apresentam-se com a Orquestra, no Teatro Municipal, os bailarinos Ana Botafogo e Marcelo Misailidis no Festival Tchaikovsky. É realizado o concerto de lançamento do segundo CD da Orquestra com a participação do pianista Arnaldo Cohen tocando Villa-Lobos e Hekel Tavares. Wagner Tiso toca no concerto de inauguração da Sala Maestro Armando Prazeres, atual local de ensaios da orquestra. A Orquestra é convidada para tocar no aniversário de 90 anos do Bondinho do Pão de Açúcar.

    2001

    É realizado o 1º Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes. A Orquestra toca no “Concerto do Dia do Trabalhador” com participação de Wagner Tiso e Sivuca.

    2000

    Com a entrada do regente Roberto Tibiriçá como diretor artístico da OPPM o grupo passa a ter temporada regular no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com concerto de encerramento com o pianista Nelson Freire . É realizado o 1º concurso da história da Orquestra, para Jovens Solistas. A orquestra se apresenta na enseada de Botafogo e na inauguração da Árvore de Natal da Lagoa.

  • 2017

    Dá início a uma nova história da orquestra. Divide suas atividades em três mundos, Clássico, Pop e Urbano, abraçando de vez a música popular e a democratização da música clássica em seu projeto.

    2016

    O #ConcertoSecreto, realizado em parceria com a cervejaria Jeffrey, recebe o prêmio de Melhor Projeto Cultural Musical (categoria Convergência) pelo Prêmio Profissionais da Música.

    2014

    Realiza uma turnê nacional, comemorando os 80 anos do maestro Isaac Karabtchevsky. Nas apresentações em São Paulo e no Rio de Janeiro se junta a Orquestra Sinfônica Heliópolis para um encontro inédito.

    2011

    Completando 8 anos de regência na Orquestra Petrobras Sinfônica, o maestro Isaac Karabtchevsky que a relação entre ele e a Orquestra “vem se revelando cada vez mais homogênea e rica em propósitos” afirma o maestro. Nesse ano, a temporada contou com grandes maestros e grandes músicos como Gunter Neuhold, Hubert Soudant e Antonio Menezes, Julian Rachlin e Ricardo Castro, respectivamente, executando obras de Stravinsky, Sibelius, Shubert e Dvorak, Mozart, Bruckner, Prokofiev, ou seja, uma seleção de excelência para um ano repleto de emoção, contemporaneidade e brasilidade.

    2010

    A “Ressurreição”, de Gustav Mahler, vem saudar a reabertura do Theatro Municipal ao público carioca em grande estilo. A orquestra consolida, em suas séries tradicionais, os seus principais atributos: a brasilidade, a acessibilidade e a contemporaneidade. A série “Metrônomo”, de concertos didáticos dedicados às escolas públicas, tem inicio com grande sucesso. “O Caso Makropulos”, ópera de Leos Janacek, apresentada em forma de concerto cênico, vem coroar uma temporada histórica e elogiada pelo público e pela crítica, repleta de obras em primeiras audições.

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