Ariane Petri

Fagotes

“Flautas têm que nem areia no mar”. Com estas palavras, o professor de piano de Ariane deu fim aos planos dela de ingressar numa orquestra como flautista. Levou-a para um ensaio que ele regia e apresentou a ela o oboé e o fagote. O oboé era aquela estrela sedutora, mas o fagote, altivo e exótico, transitando por todos os registros, foi o escolhido.

Começou a ter aulas de fagote aos 14 anos numa cidade pequena do sul da Alemanha. Graduou-se em Karlsruhe, nos cursos de fagote, licenciatura e letras alemãs. Tendo tido múltiplas experiências em música de câmera, música contemporânea e canto coral renascentista, veio para o Brasil em 1997 e se juntou inicialmente à Orquestra Sinfônica Brasileira, à qual pertenceu durante 15 anos. Fez mestrado em práticas interpretativas na UNI-RIO. Em 2005 ingressou na Petrobras Sinfônica, onde ocupa também o cargo de Presidente do Conselho Diretor desde 2013. Ingressou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 2013.

Desenvolve um trabalho pedagógico, colaborando regularmente desde 2016 com o programa Neojiba (Bahia). Foi também professora da Orquestra Jovem Paquetá, da Orquestra Sinfônica Brasileira, da Academia Juvenil da OPES, do V Festival de Bragança Paulista e das Oficinas de Barra Mansa.

Atuou como solista na frente do Bachiana Brasileira Ensemble, da Sinfônica Nacional, OSB, OPES e OSUFMT.

 

 

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